Entre os usados, aceitação desses modelos é maior que a dos a gasolina
Michel Escanhola - Jornal do Carro
Segundo lojistas, os modelos movidos com o combustível vegetal não param nas revendas de usados. Vendedor da ABC Veículos (4125-0600), Fernando Oliveira diz que os carros a álcool fazem sucesso semelhante ao dos flexíveis. "Não fica 15 dias no estoque", afirma.
A loja, em São Bernardo do Campo, tem um VW Gol 2003 1.0 Mi a álcool por R$ 14.900 (na última pesquisa do JC, o modelo foi cotado em R$ 18.600).
A GPS Motors (2485-7100), em Guarulhos, oferece um Chevrolet Astra Sedan GL 1.8 2002 por R$ 22 mil. "O mesmo carro, a gasolina, vale R$ 1 mil a menos. O álcool é mais valorizado, tem mais procura", diz o vendedor Jefferson Costa.
Luiz Hernandes Ilhanes, dono da Ilhanes Veículos (3991-0204), na zona norte, tem a mesma opinião. Ele diz que a suposta má fama dos carros a álcool é mentirosa. "Isso é papo de vendedor para tentar empurrar modelo a gasolina."
Na revenda há um Chevrolet Corsa Sedan Classic 1.0, modelo 2004, por R$ 20.890 (R$ 19.439 na coração do jornal) e uma VW Kombi Standard 2003 por R$ 23 mil (R$ 23.500 no JC).
Daniel Robinson, vendedor da Max Car (3722-3773), na zona sul da cidade, conta que o VW Santana é um caso a parte. "Não sei o motivo, mas os modelos a gasolina saem mais."
Outro modelo a álcool que tem uma boa procura é o Fiat Palio. Na zona oeste, a autorizada Itavema (3628-2000) vende uma unidade da versão EX 1.0, modelo 2000, por R$ 11.240.
Fonte: O Estado de São Paulo
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